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sábado, 9 de novembro de 2024

Uma mulher na pesca do bacalhau!...

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No “Diário de Aveiro” de anteontem, 7 de Novembro de 2024, este título de uma crónica de João Pires Simões chamou-me a atenção.

No início dos anos 80, um navio (…) teve um piloto do sexo feminino, uma rapariga de Oeiras, destemida, que entrava nas lanchas e trabalhava juntamente com os pesadores, nos bancos da Terra Nova. O comportamento dos homens passou a ser diferente, onde não se ouvia uma asneira, pois ela sabia dar-se ao respeito. De seu nome Helena Julião, não foi fácil, pois a pesca requer uma “endurance” física e psicológica e passou por tudo, para depois passar a imediato de outro navio.

Perante o que, para mim, era uma novidade, na posse do nome, fui consultar o “Portal de Homens e Navios”.


Helena Julião


Pesquisei Helena Julião e, então, apareceu-me o nome completo, Helena Maria Rodrigues da Costa Julião, natural do Socorro, Lisboa.

Nascida em 12 de Junho de 1957, era possuidora da cédula marítima nº 13, passada pelo Porto de Lisboa, em 15 de Fevereiro de 1984. Na ausência de mais dados, com excepção de fotografia, a ficha do Grémio regista que exerceu o cargo de praticante de piloto, na arrastão “Santo André”, 2ª viagem, em 1985, com o capitão Manuel Silva Santos e, no ano seguinte, 1986,  o de imediato, no navio “Neptuno”. São muito poucos dados, mas não deixaram de despertar a minha curiosidade. Terá sido a primeira mulher a embarcar na  pesca do bacalhau.

O Amigo João David Marques chamou-me a atenção que tem um depoimento no livro “Santo André – Memórias de um navio”, editado pelo Museu Marítimo de Ílhavo em 2019, pp. 163-164.

Ainda me informou que houve outra mulher na pesca do bacalhau, esta, Bela Cardoso, da Gafanha da Nazaré, que, em 1986, embarcou no “Almourol” com o capitão Manuel Pedreiro e o imediato David Calão. Fez, pelo menos, 3 viagens,  e, depois, passou para o comércio.

Imagem gentilmente cedida pelo MMI.

Ílhavo, 9 de Novembro de 2024.

Ana Maria Lopes

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segunda-feira, 19 de dezembro de 2022

Ceia do Natal - As mulheres das secas

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A aproximação do Natal e o sempre citado bacalhau levaram-me a ir “ao baú”, rever que fotos tinha relativas a esta dura profissão da secagem do dito, embora um pouco mais tardias às registadas por Maria Lamas.

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Uma das últimas secas tradicionais…a IAP. s/d
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Com o andar dos tempos, com o avanço das tecnologias, com regras mais higiénicas, com as exigências da ASAE, com a competição aguerrida, viriam a acabar, mas, para amostra, nem uma, naquele seu tabuado acastanhado, trincado, nos seus extensos armazéns, na sua carpintaria consertadora dos botes, nos tanques/lavadouros, frequentemente exteriores e rústicos, singulares e típicos carros-de-mão de roda de ferro e, sobretudo, naquela vastidão imensa do «secadouro», com as tradicionais «mesas» de arame para exposição do «fiel amigo» ao sol.

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Tanques na seca do Brites. 1937…
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Os tempos são outros, o progresso fez-se sentir, mas as mulheres das secas, sobretudo da Gafanha da Nazaré e arredores foram grandes MULHERES e merecem a honra desta singela homenagem.

Tive, por afinidades familiares, contactos, com as ditas mulheres, verdadeiras heroínas, pelo início dos anos sessenta, em que os trajares já eram mais aligeirados do que foram, outrora, e, porventura, as mentalidades, um tudo ou nada, mais abertas. Foi, então, que me deu para as fotografar.

Os clichés a preto e branco, num tempo em que “clicar” não era vulgar como agora, aprecio-os mais, porque são imagens de um passado que não volta, a que tive oportunidade de assistir ao vivo. E até de surripiar, para saborear, umas lasquinhas de bacalhau, das altas e ordenadas pilhas. Era uma técnica dura, pesada, mas perfeita, cheia de saberes, de sabores e de “conhecimentos”.

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Carros, lambretas e bacalhau a perder de vista
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As secas do bacalhau, na Gafanha, empregavam muitas centenas de mulheres, durante parte do ano, havendo empresas onde o trabalho era permanente, porque abrangia duas campanhas, a dos lugres e a dos arrastões.

As mulheres, que se ocupavam nestes serviços, eram de todas as idades, solteiras e casadas, predominando as mais jovens. Tinham consciência plena da dureza daquela vida de labores diversificados e pesados. Se o tempo estava bom, a tarefa era-lhes facilitada.

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Escolha e separação do peixe…1961
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Um criativo designer de moda, hoje, inspirar-se-ia nos trajes das mulheres das secas para uma toilette jovial e contemporânea – saias sobre calças, caneleiras (canos) sobre o calçado e chapéu sobre o lenço…que tal? E, não raro, botas de borracha, a que hoje se chamam galochas. Um laivo de modernidade?...

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E a tarefa prossegue… 1961
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Já agora, se temos receado que as crianças e pessoas menos conhecedoras do assunto pensem que o bacalhau é um peixe espalmado, tal qual o vemos nos supermercados/mercearias, com cura mais ou menos tradicional, temamos também que com a visita ao aquário do MMI, as crianças comecem a exigir aos pais a presença de um aquário, na cozinha, com bacalhaus pequeninos, tal Nemo, colorido e listado, com a sua história comovente.

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Ílhavo, 19 de Dezembro de 2022

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Ana Maria Lopes

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domingo, 15 de maio de 2022

Manuel Fernandes Matias

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Através de conhecimento comum, tive acesso a uma fotografia do avô materno da colega Maria Vitorina Matias Azevedo. Toca de trocar dados para chegar a uma curtinha biografia.

Manuel Fernandes Matias, filho de João Fernandes Matias e de Maria Emília Pereira, nasceu em Ílhavo, na freguesia de São Salvador, em 3 de Agosto de 1890.

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 Manuel Fernandes Matias

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Casou com Felicidade dos Santos Matias, em 21 de Agosto de 1912, de cuja união nasceram seis filhos: Rosa, Maria, falecida com 23 anos, Luís, falecido em criança, num desalmado acidente em Matosinhos, Maria Natália Fernandes Matias, João Fernandes Matias e Maria da Conceição Fernandes Matias. De quem mais me lembro, ou não estivesse ligado ao mar, é de João Fernandes Matias, sobretudo pela célebre viagem de Alan Villiers, no “Argus” na safra de 1950, onde ocupou o lugar de imediato.

Voltando a Manuel Fernandes Matias, era possuidor da cédula marítima nº 7785, passada pela Capitania do porto de Aveiro, em 6 de Dezembro de 1915.

Desde que há registos fidedignos, foi piloto dos lugres”Argus” (velho), em 1928, “Hortense”, em 1931, “Santa Mafalda”, em 1933, “Ilhavense 2º”, em 1934 e 35,  “Infante”, em 1936, “Neptuno Segundo”, nas safras de 1937 e 38.

Com três anos de interregno da pesca do bacalhau, durante a II Guerra Mundial, em que naufragou por duas vezes, voltou a pilotar o lugre-motor “Brites”, em 1942, para passar a imediato do navio-motor, “Bissaya Barreto”, na campanha de 1944.

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Lugre “Hortense”
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Abandonou, então, a pesca do bacalhau para se dedicar à pesca no Cabo Branco.

Em 1958, era o sócio nº 7 do Grupo dos Amigos do MVSEV MVNICIPAL DE ÍLHAVO.

Tendo deixado a sua carreira marítima, veio a “partir” numa viagem sem retorno, em 2 de Novembro de 1959, com 69 anos.

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Ílhavo, 15 de Maio de 2022

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Ana Maria Lopes

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sábado, 18 de dezembro de 2021

As mulheres das secas

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A aproximação do Natal e o sempre citado bacalhau levaram-me a ir “ao baú”, rever que fotos tinha relativas a esta dura profissão da secagem do dito, embora um pouco mais tardias às registadas por Maria Lamas.

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Uma das últimas secas tradicionais…a IAP. s/d
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Com o andar dos tempos, com o avanço das tecnologias, com regras mais higiénicas, com as exigências da ASAE, com a competição aguerrida, viriam a acabar, mas, para amostra, nem uma, naquele seu tabuado acastanhado, trincado, nos seus extensos armazéns, na sua carpintaria consertadora dos botes, nos tanques/lavadouros, frequentemente exteriores e rústicos, singulares e típicos carros-de-mão de roda de ferro e, sobretudo, naquela vastidão imensa do «secadouro», com as tradicionais «mesas» de arame para exposição do «fiel amigo» ao sol.

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Tanques na seca do Brites…
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Os tempos são outros, o progresso fez-se sentir, mas as mulheres das secas, sobretudo da Gafanha da Nazaré e arredores foram grandes MULHERES e merecem a honra desta singela homenagem.

Tive, por afinidades familiares, contactos, com as ditas mulheres, verdadeiras heroínas, pelo início dos anos sessenta, em que os trajares já eram mais aligeirados do que foram, outrora, e, porventura, as mentalidades, um tudo ou nada, mais abertas. Foi, então, que me deu para as fotografar.


Os clichés a preto e branco, num tempo em que “clicar” não era vulgar como agora, aprecio-os mais, porque são imagens de um passado que não volta, a que tive oportunidade de assistir ao vivo. E até de surripiar, para saborear, umas lasquinhas de bacalhau, das altas e ordenadas pilhas. Era uma técnica dura, pesada, mas perfeita, cheia de saberes, de sabores e de “conhecimentos”.

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Carros, lambretas e bacalhau a perder de vista
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As secas do bacalhau, na Gafanha, empregavam muitas centenas de mulheres, durante parte do ano, havendo empresas onde o trabalho era permanente, porque abrangia duas campanhas, a dos lugres e a dos arrastões.

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A escritora Maria Lamas, que andou pela nossa região na década de quarenta, recorda a maneira de viver das mulheres da Gafanha, com a sua ignorância, o seu fatalismo, mas também com a sua responsabilidade e solidariedade. Assim, acentua Maria Lamas (…), a psicologia das trabalhadoras das secas de bacalhau, desembaraçadas, faladoras e alegres, como se a vida lhes não pesasse. Em conjunto, nas horas de plena actividade, cantando em coro ou simplesmente escutando os programas de rádio, elas constituem um quadro de plena vitalidade e de optimismo. (…)

 

O trabalho da mulher, nas secas, consta de: descarregar, lavar, salgar e levar o bacalhau, todos os dias, para as “mesas” da seca, recolhendo-o à tarde; depois há ainda a tarefa de o empilhar, seleccionar e enfardar. (…) A lavagem faz-se em tanques; depois o peixe é colocado, em pilhas, a escorrer, sobre pequenos carros, que cada mulher conduz à secção onde recebe o sal. (…)

As mulheres, que se ocupavam nestes serviços, eram de todas as idades, solteiras e casadas, predominando as mais jovens. Tinham consciência plena da dureza daquela vida de labores diversificados e pesados. Se o tempo estava bom, a tarefa era-lhes facilitada.

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Escolha e separação do peixe…1961
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Um criativo designer de moda, hoje, inspirar-se-ia nos trajes das mulheres das secas para uma toilette jovial e contemporânea – saias sobre calças, caneleiras (canos) sobre o calçado e chapéu sobre o lenço…que tal? E, não raro, botas de borracha, a que hoje se chamam galochas. Um laivo de modernidade?...

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E a tarefa prossegue… 1961
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Já agora, se temos receado que as crianças e pessoas menos conhecedoras do assunto pensem que o bacalhau é um peixe espalmado, tal qual o vemos nos supermercados/mercearias, com cura mais ou menos tradicional, temamos também que com a visita ao aquário do MMI, as crianças comecem a exigir aos pais a presença de um aquário, na cozinha, com bacalhaus pequeninos, tal Nemo, colorido e listado, com a sua história comovente.

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Ílhavo, 18 de Dezembro de 2021

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Ana Maria Lopes

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domingo, 24 de julho de 2016

«Nómadas do Oceano» de Valdemar Aveiro

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Nómadas do Oceano – O último livro do Sr. Capitão Valdemar Aveiro dado ao prelo pela Âncora Editora, depois da sua apresentação no Museu Marítimo de Ílhavo, li-o de um trago, bebi-o sofregamente.
Parabéns, caro Capitão Valdemar! Estive mesmo para lhe telefonar a felicitá-lo depois da leitura do seu livro. Mas, achei que era um abuso e não o fiz.
Apreciei-o extremamente, talvez porque os assuntos que nele trata, me estão mais próximos – o papel dos armadores, sobretudo dos mais empreendedores, a citação de navios que me foram familiares – Hortense, Neptuno, Gazela Primeiro, o Santa Izabel, o Santa Joana, alguns arrastões de popa –, pessoas que bem conheci e a própria criação em 1934 da Comissão Reguladora do Comércio de Bacalhau (CRCB) e, em 1935, do Grémio dos Armadores de Navios de Pesca de Bacalhau, (GANPB).
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Mas a maneira fluida e desassombrada com que «discursa» sobre tudo, deixou-me estupefacta, numa prosa líquida, espontânea e vivida.
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A tal questão do «tempo novo» tratada sem tabus, a questão dos armadores, pelo menos dos mais empreendedores, prenderam-me. Mas a localização dos navios no cais de St. John’s, aquando de ciclone anunciado, dadas as vantagens e desvantagens da tal localização e a ida ao «fashion store» foram registos que li de um trago.
A questão da compra das maquillages, do rimel, do blush, do pó de arroz, do baton, ah, ah, e a prova dos soutiens fizeram-me rir, sozinha, quando dei por mim. E pensei – olha, olha, o que o Sr. Capitão Valdemar sabe!...
Aqueles encontros, as travessias de barco, os códigos entre rapaziada, oficialidade e as «mulheres de ocasião», ou derriços de anos anteriores saem-lhe com uma fluidez estonteante. Muito mais haveria que dizer, mas fico-me por aqui... Só não sei onde é que o Sr. Capitão aprendeu tanta mitologia grega!... Parabéns, caro Capitão!
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Costa Nova, 23 de Julho de 2016
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Ana Maria Lopes
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sábado, 12 de dezembro de 2015

Ceia de Natal - as mulheres das secas

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Aproxima-se o Natal… a ceia… o bacalhau cozido com todos como uma das nossas principais tradições gastronómicas natalícias.
É confrangedor que ele não possa mimosear as mesas de todos os portugueses.
E por associação a bacalhau, recordemos o trabalho árduo, que foi, o das mulheres, nas secas.
 

Uma das últimas secas tradicionais…a IAP. s/d

Com o andar dos tempos, com o avanço das tecnologias, com regras mais higiénicas, com as exigências da ASAE, com a competição aguerrida, viriam a acabar, mas, para amostra, nem uma, naquele seu tabuado acastanhado, trincado, nos seus extensos armazéns, na sua carpintaria consertadora dos dóris, nos tanques/lavadouros, frequentemente exteriores e rústicos, singulares e típicos carros-de-mão de roda de ferro e, sobretudo, naquela vastidão imensa do «secadouro», com as tradicionais «mesas» de arame para exposição do «fiel amigo» ao sol.
 

Em primeiro plano, os carros de mão…1927

Os tempos são outros, o progresso fez-se sentir, mas as mulheres das secas, sobretudo da Gafanha da Nazaré e arredores foram grandes MULHERES e merecem a honra desta singela homenagem.
Tive, por afinidades familiares, contactos, com as ditas mulheres, verdadeiras heroínas, pelo início dos anos sessenta, em que os trajares já eram mais aligeirados do que foram, outrora, e, porventura, as mentalidades, um tudo ou nada, mais abertas. Foi, então, que me deu para as fotografar.
Os clichés a preto e branco, num tempo em que «clicar» não era vulgar como agora, aprecio-os mais, porque são imagens de um passado que não volta, a que tive oportunidade de assistir ao vivo. E até de surripiar, para saborear, umas lasquinhas de bacalhau, das altas e ordenadas pilhas. Era uma técnica dura, pesada, mas perfeita, cheia de saberes e de «conhecimentos».
 

Lambreta carregada…Início de sessenta

As secas do bacalhau, na Gafanha, empregavam muitas centenas de mulheres, durante parte do ano, havendo empresas onde o trabalho era permanente, porque abrangia duas campanhas, a dos lugres e a dos arrastões.
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A escritora Maria Lamas, que andou pela nossa região na década de quarenta, recorda a maneira de viver das mulheres da Gafanha, com a sua ignorância, o seu fatalismo, mas também com a sua responsabilidade e solidariedade. Assim, acentua Maria Lamas (…), a psicologia das trabalhadoras das secas de bacalhau, desembaraçadas, faladoras e alegres, como se a vida lhes não pesasse. Em conjunto, nas horas de plena actividade, cantando em coro ou simplesmente escutando os programas de rádio, elas constituem um quadro de plena vitalidade e de optimismo. (…)
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O trabalho da mulher, nas secas, consta de: descarregar, lavar, salgar e levar o bacalhau, todos os dias, para as “mesas” da seca, recolhendo-o à tarde; depois há ainda a tarefa de o empilhar, seleccionar e enfardar. (…) A lavagem faz-se em tanques; depois o peixe é colocado, em pilhas, a escorrer, sobre pequenos carros, que cada mulher conduz à secção onde recebe o sal. (…)
-
As mulheres, que se ocupavam nestes serviços, eram de todas as idades, solteiras e casadas, predominando as mais jovens. Tinham consciência plena da dureza daquela vida de labores diversificados e pesados. Se o tempo estava bom, a tarefa era-lhes facilitada.
 
 
Escolha e separação do peixe…Início de sessenta
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Um criativo designer de moda, hoje, inspirar-se-ia nos trajes das mulheres das secas para uma toilette jovial e contemporânea – saias sobre calças, caneleiras (canos) sobre o calçado e chapéu sobre o lenço…que tal? E, não raro, botas de borracha, a que hoje se chamam galochas. Um laivo de modernidade?..

E a tarefa prossegue… Início de sessenta

Já agora, se temos receado que as crianças e pessoas menos conhecedoras do assunto pensem que o bacalhau é um peixe espalmado, tal qual o vemos nos supermercados/mercearias, com cura mais ou menos tradicional, temamos também que com a visita ao aquário do MMI, as crianças comecem a exigir aos pais a presença de um aquário, na cozinha, com bacalhaus pequeninos, tal Nemo, colorido e listado, com a sua história comovente.
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Clichés de João Teles – 1 e 2 e da autora do blogue – 3,4 e 5
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Ílhavo,12 de Dezembro de 2015
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Ana Maria Lopes
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