domingo, 20 de setembro de 2020

Teste de imagens do viaduto

 Teste de imagens do viaduto

1. Viaduto. JP.

2. Mulheres das secas. JP.


3. Maria Lamas. Eu.

4. Valdemar Aveiro. Eu.

5. Egas Salgueiro. Eu.

6. Homem do dóri. Eu.

7. Moço do bacalhau. J.P.

Foi com algum espanto que comecei a ver no FB a reprodução de belas imagens que me espantaram. Situar-se-iam pela região, talvez mesmo num viaduto da Gafanha da Nazaré. Fui ao seu encontro. TESTE.
















sexta-feira, 18 de setembro de 2020

Fazem hoje 144 anos...

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Fazem hoje 144 anos que salvou da morte trinta e cinco pessoas, o corajoso pescador aveirense António Santos da Benta, na praia da Costa Nova.

18.09.1876António Santos da Benta abnegado e corajoso pescador aveirense, num rasgo de invulgar heroísmo salvou da morte certa e inevitável trinta e cinco pessoas que lutavam com o mar embravecido, na Costa Nova do Prado (Arquivo da Câmara Municipal de Aveiro, Documentos Avulsos).

Também Senos da Fonseca recorda o facto, na página 193 do seu livro “Costa Nova do Prado – 200 Anos de História e Tradição”:

Um espesso nevoeiro enegrecia o céu e impedia um barco da companha com 35 tripulantes a bordo, de varar na praia. Eis que na tentativa de aproximação, um vagalhão enorme cai sobre ele, alagando-o e quebrando-lhe o cabo da barca. Estando prestes a virar, eis que o Benta, arrais arrojado, se atira ao mar, levando consigo um cabo que pretende prender ao “arganéu” do “meia-lua” em perigo. Luta gigante em que o Benta mergulha, porfiando enlaçá-lo; mas, quando volta à superfície, uma vaga atira-o contra o costado. Três companheiros atiram-se, eles também ao mar, e amparam o António da Benta que salta para o barco e dirige a manobra, até o varar na praia com toda a tripulação salva”.

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A aterrar…

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Costa Nova, 18 de Setembro de 2020

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Ana Maria Lopes 

 

quinta-feira, 17 de setembro de 2020

Antevisão da festa da Senhora da Saúde...

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Em maré de romarias setembrinas, este ano, todas adaptadas às normas ditadas pela DGS, segue-se no último fim-de-semana de Setembro (de 26 a 28), a festa da Nossa Senhora da Saúde, na Costa Nova. Será pena, mas a romaria também estará mal, com o ambiente em que vivemos.

Se fosse possível regredir no tempo, por uns dias, desejaria assistir a uma romaria dos anos sessenta, com artística armação na Avenida Marginal e nos caminhos conducentes à Capelinha. A montagem da armação em altos escadotes marcava o início da festa. Seguia-se a chegada das primeiras tendas. Mas quando os primeiros moliceiros vinham do norte e do sul da ria, os norteiros e os matolas e atracavam mesmo aqui pertinho de mim, então a festividade estava próxima.

Recordo com saudade a chegada das barracas das cutelarias de Guimarães, os chapelinhos de papel de vários feitios e cores, os brinquedos toscos infantis de lata e de madeira, o café “de apito”, a doçaria tradicional da Ti Rosa Caçoa, com os seus suspiros melosos e açucarados e os bolinhos brancos de gema.

Ao lado, a Ti Adelaide Ronca com as flores das festas, de papel, com quadra a gosto, e as coloridas e vistosas ventarolas. O Sr. Quintino Teles com os seus pratos típicos, em cerâmica relevada, com castanhas e sardinhas assadas, ovos estrelados, que até apetecia degustar, etc.

Ainda os ferros forjados, as barracas das loiças de Barcelos e de alguns atoalhados e “lingerie”, bem como, os homens dos guarda-chuvas, compunham o ramalhete.

E os vistosos e animados coretos com a banda a tocar!!!!.....

Não faltava a Vida de Cristo, em movimento, descrita em voz roufenha, rouca, do publicitador, tornada ensurdecedora pela ampliação conferida pelas cornetas do altifalante, que tentavam sobrepor-se ao anúncio da casa dos espelhos, do carrocel, dos carrinhos eléctricos ou cadeirinhas voadoras.

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No carrocel, gira que gira…

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Com muita gente, com muito barulho, acabou por se tornar impossível a festa na frente/ria, incluindo a própria procissão, que não era recebida com o respeito devido.

Há uns anos largos, toca de mudar a festa para a Avenida do Mar. Ainda pior!!!! Chegou-se a um exagero e a uma falta de sanidade, com que alguns moradores não conviviam muito bem, quase impossibilitados de entrar em suas casas. Já não eram vendas típicas e, por vezes, ingénuas, mas uma autêntica FEIRA, onde chegou a intervir a ASAE.

No entanto, na frente/ria, já voltavam a aparecer as doçarias festivas diversas, muito apelativas, os frutos secos muito apetecíveis, e algumas barracas de brinquedos e quinquilharia.  

Este ano, nada virá e talvez se realize a eucaristia dominical, festiva, com os devidos distanciamentos e máscaras, talvez até no exterior da capelinha. Resta-nos a esperança de que a mui devota Santa faça o percurso da procissão em carro de bombeiros, com a pompa, circunstância e devoção possíveis. Tanto que precisamos do seu alento e coragem, nos tempos em que vivemos.  É o que consta, mas teremos de esperar para ver.

Ainda se vai passar à Costa Nova a Senhora da Saúde, quanto mais não seja, para saborear, entre amigos, poucos e distanciados, a chanfana ou o leitão assado, o que origina uma prévia “procissão de leitões”.

O momento alto que vivia na festa era a passagem da procissão na Calçada Arrais Ançã, frente à minha varanda, com colgadura de damasco amarelada, em que reunia amigos para a verem passar, num misto de satisfação, convívio, colorido, adorno empenhado dos andores e muita fé.

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Em frente à Mota…
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Outros aspectos haveria mais a enumerar – irmandades, fanfarra, grupo de escuteiros, pároco da Gafanha da Encarnação, acólitos e crentes acompanhantes, cumpridores de promessas.

Nem gosto, sequer, de ver a casa fechada, nesse dia.

Tradição… sem exageros e com muito senso. É para respeitar e tentar transmitir…

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Imagem – Etelvina Almeida

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Costa Nova, 17 de Setembro de 2020

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Ana Maria Lopes

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terça-feira, 15 de setembro de 2020

O iate "Favorita

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Em maré de naufrágios, recordemos o do iate “Favorita”, que me levou a fazer uma visita ao local, para o ver “claramente visto” e poder contar como foi. Já eram prenúncios do Marintimidades. 

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O iate Favorita encalhado, nas proximidades da praia do Areão
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Na madrugada do dia 15 de Setembro de 1966, há 54 anos, pelas 3 horas da manhã e, devido ao intenso nevoeiro que envolveu o nosso litoral, encalhou, entre as praias da Vagueira e de Mira, o iate “Favorita”, elegante embarcação que parece ter sido do ex-Rei Faruk, do Egipto, e que agora, pertencia a um capitalista belga e arvorava a bandeira panamiana.

Segundo informação do jornal “O Ilhavense”, de 20. 9.1966, a tripulação do iate encalhado salvou-se e era composta por sete homens, embora viessem também, a bordo, os Srs. Américo Bolais Mónica e António da Silva Mónica, da Gafanha da Nazaré, para cujos estaleiros vinha a embarcação, a fim de ser reparada.

A notícia correu célere na Costa-Nova e nós não pudemos faltar. Fica “o boneco” para a posteridade.

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O “Favorita”, ponto de atracção…
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Alguns objectos foram dando à costa e o espaço circundante esteve cercado e vigiado pela autoridade competente.

Foram feitas várias tentativas para salvar o iate, que estava seguro em 20 000 contos, mas em vão.

Lá apanhei no areal um bonito ornato de madeira, em forma de vaso floral, já um pouco surrado e batido pela pancada insistente do mar, vestígio de algum bonito móvel, que teria decorado o iate encalhado.

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Imagens – Arquivo pessoal da autora

Costa Nova, 15 de Setembro de 2020

Ana Maria Lopes

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terça-feira, 8 de setembro de 2020

Joaquim Ruivo, um homem da ria...

 


Deparei com o anúncio de uma exposição na Comur, Museu Municipal da Murtosa, a partir de 13 de Setembro até 4 de Outubro. Até lá ia, mas evito sair, se não for estritamente necessário. Homenageio o Joaquim Ruivo, com quem simpatizo muito, através deste singelo post, no Marintimidades.

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Joaquim Ruivo, nascido em 1944, no Bunheiro, homem da borda de água, com uma casa modesta de lavoura, com farta horta, saudáveis produtos, trata do gado e apanha junco para lhe renovar a cama. Num esteiro próximo de casa, abrigava o seu barco, pelos anos 80/90, que reconstruía, quando necessitava, participando também em amanhações de barcos de amigos. Ia ao moliço para uso próprio, quando o havia e decorava barcos, estando o dele sempre muito aprimorado. Além do mais, constrói cangas vareiras nas horas vagas… Um modus vivendi 

Teria dado um belíssimo pintor de moliceiros, se a luta pela vida lhe permitisse e houvesse número de embarcações que justificasse. Os motivos florais e as ramagens são em tudo idênticas às gravadas nas cangas.

Começou o ofício aos catorze anos, sob a aprendizagem do seu pai, tendo feito já cangas para Cortegaça, Furadouro, Ovar, Murtosa, Torreira, Avança, Válega, Estarreja, Salreu, Canelas, Angeja, Vilarinho, Póvoa do Paço, Sarrazola, Oliveirinha, Frossos e S. João de Loure.

Genericamente, executa sempre o mesmo tipo de canga, gravada, esculpida, alta no centro, abatendo-se abruptamente, dos lados, para aí terminar em forma de disco. No entanto, tem algumas diferenças conforme as localidades e as funções a que se destina: mais ou menos baixa, mais ou menos larga, mais ou menos esculpida, mais ou menos forte, pintada ou envernizada.

Para a alagem das redes no mar, aí todos a queriam pintada, bem esculpida, a mais bonita de todas, se possível.

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Alagem das redes na Torreira – Anos 80

Utiliza normalmente o eucalipto, embora já tenha usado o carvalho, amoreira e “langomeiro” (lamegueiro). Vai directamente aos pinhais, escolhe as árvores adequadas, trata com os donos, negoceia, põe abaixo, leva a madeira à serração e armazena a necessária, em casa.

Do mesmo “pranchão” (tábua em bruto) pode tirar duas ou três cangas, desde que pratique um bom aproveitamento da madeira, aproveitando as reentrâncias e convexidades de ambas.

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J. Ruivo na sua oficina – Anos 80  
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Tive, agradavelmente, contacto com ele, em sua casa, em Março de 2012, e ainda mantinha esta ocupação.

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Em sua casa… Março de 2012
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Em primeiro lugar, a canga é cortada – explicou-me –, sendo constituída pela parte inferior, direita, o braço, que termina lateralmente em dois círculos, as maçãs ou romãs e pela parte superior, recortada em forma de castelo – o pente.

Para aperfeiçoamento de todas as partes direitas, é metida a garlopa (plaina grande), para desempenar, aplainar e desengrossar, pois a canga é mais grossa no braço que no pente.

Rectificadas todas as medidas, feitas as quininhas em volta do pente e das maçãs, entra em desenho. Após uma marcação central e longitudinal com régua, o artista grava a compasso o que pode, para então riscar a lápis os desenhos.

Estes – refere – vai-os armazenando na cabeça, para serem usados, consoante a inspiração do momento. Dentre os motivos centrais mais frequentes, sobressaem a sagrada custódia, o vaso de flores, a cruz de Cristo, a flor-de-lis, o escudo português e o sino-saimão.

Os elementos decorativos menores são linhas e flores picadas, ramagens dispostas ou não em friso.

Marcadas as furações (furos necessário às piaças, tamoeiro e coleiras), toda a superfície da face frontal da canga é recoberta de motivos entalhados e pouco vazados.

A face posterior também é gravada e pintada, embora menos ricamente; é no verso que surgem normalmente as iniciais do jugueiro e a data da conclusão da obra.

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Face posterior da canga
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Após o risco, segue-se a talha, que o artista designa pelo nome de moldura. Utiliza formões, goivas de vários tamanhos e ferrinhos de fundo, também de diversas dimensões, para os diferentes gravados. Em movimentos rítmicos de martelo, o desenho ganha relevo, a cada batedela. 

Chegou o momento da aplicação das tintas. Depois de um aparelho ou subcapa, à semelhança dos painéis dos barcos, seguem-se as outras tintas bem garridas, vivas, pitorescas nos fundos e meios fundos, terminando na pintura mais superficial.

São cores alegres, porque a vida do campo também o era. Esta ligação entre as cores e a labuta na terra imprime a este tipo de trabalho artesanal uma carga antropológica muito forte, bem como sentimentos religiosos muito enraizados nas vivências de um povo.

As cores mais usadas são o amarelo (para fundo) o rosa vivo, o encarnado, o azul, o laranja e o verde. As tintas, hoje industriais, eram, primitivamente, preparadas com anilinas em pó a que se juntava óleo de linhaça e secante líquido.

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As cores garridas e exuberantes…
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Chegou o momento final do encabelamento, que se traduz na aplicação de maçanetas ou touças de pelo de cauda de cavalo, no rebordo superior do pente (cinco a sete tufos), e no das maçãs (cinco tufos), pretas e brancas, alternadamente.

Quanto à antiguidade deste tipo de peça, referem Ernesto Veiga de Oliveira e os seus colaboradores, in “Sistemas de atrelagem dos bois em Portugal”, Lisboa, 1973, que todos os exemplares de jugos que conhecem, quando datados, são-no sempre e unicamente a partir da segunda metade do século XIX, sendo o exemplar datado mais antigo, de 1868. Este período corresponde a uma melhoria de vida campesina, reflectida nomeadamente na decoração de outras alfaias agrícolas e no engrandecimento da vida e casa rurais.

Na sua opinião, os grandes jugos lavrados representarão, provavelmente, o desenvolvimento de uma dessas anteriores cangas de tábuas, modestas e sem grande valor.

Será que a decoração do barco moliceiro também testemunha um processo idêntico? Terá ele enriquecido as suas roupagens, pela mesma época, para denotar, como alfaia agrícola que era, a pujança do seu dono? De barco indiferenciado, ter-se-á transformado num exemplar exuberantemente decorado, até por influência, também, da vinda de algumas gentes nortenhas para a região?

É uma hipótese perfeitamente aceitável, até porque os primeiros barcos eram quase despojados de decoração e a própria decoração, de que há documentos fotográficos (princípios do século XX), era extremamente modesta, moderada e simplista.

Fotografias – Cedência de Paulo Miguel Godinho

Costa Nova, 08 de Setembro de 2020

Ana Maria Lopes

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domingo, 30 de agosto de 2020

Na Costa Nova, há 60 anos...

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Fim de Agosto. Domingo  bem  soalheiro,  mas ventoso. Não muito agradável. Mas, os turistas,  em  muito  menor  número do que em anos anteriores,  não abalam,  sem levar umas  fotos,  tendo  como   cenário,  os palheiros,  os   mais   apetecíveis. Os    famosos risquinhas! Os  proprietários deveriam passar a cobrar. Chegam a entrar nos terraços e a sentar-se nos bancos como que se  deles  fossem. E esta, hein?  Além dos  palheiros,  há casas bem bonitas e também carismáticas, nesta praia. E a Mota (actual turismo)? Nada, não vêem mais nada. 

Começo  a   aperceber-me   que  as   estreitas  vielas,   que  davam  e  ainda   dão  acesso às recoletas lhes começam  a interessar. E, vai daí, mais  uma “chapa”. Outros   recantos, também com encanto, mais lá para o sul, nem são visitados. Nem  o cais  dos pescadores, cenário também apetecível.

Penso e reflicto. Com 75 verões por aqui passados, não tenho uma imagem, uma que seja, com um palheiro, o meu eleito, como fundo. Ainda estarei em tempo de aproveitar? Talvez.

Na nossa juventude, tínhamos por hábito fazer sessões fotográficas, para o que nos aperaltávamos, feitas modelos, mas o que elegíamos?  A esplanada, a ria, com todas as embarcações tradicionais que ainda ia tendo, as varandas, a Biarritz, o movimento da romaria da Senhora a Saúde…  Mas um dos cenários eleitos, de que fiquei com algumas recordações, era mesmo o sul piscatório, interagindo com os pescadores que remendavam redes, preparavam aparelhos e outras tarefas necessárias ao seu dia a dia. Por vezes, uma visita também ao “barco do mar”, a dita arte xávega, assim apelidada, actualmente. Essa, por aqui, foi-se. Há muito que deixou de existir, desde os anos 50, do século passado.

As referidas fotos como documento, com as modelos, Manuela Vilão, Alcina Cachim Parracho e eu, com dois amigos de então.

 

 

A sul, as modelos e um pescador

 

Exibem a juventude, vestidos de preto 

 

Cena piscatória, ao sul


Na proa do “barco do mar” 

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Fotos da autora do blogue

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Costa Nova, 30 de Agosto de 2020

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Ana Maria Lopes-

domingo, 23 de agosto de 2020

A Costa Nova de ontem, em imagens

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Para que os mais novos recordem:

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A Mota (ancoradouro) da Costa Nova, em frente ao actual Café Atlântida. Ao fundo, o navio Desertas. Postal de 1919.

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Ao Norte da Costa Nova, variados tipos de embarcações, tendo, ao fundo, o navio Desertas. Em primeiro plano, um barco do mar pequeno, que o Ti João Catão tinha para alugar. Foto datada de 1919.

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Em dia de romaria, o sr. João do Rio observa o bando de moliceiros da balaustrada da Marisqueira antiga. Foto não datada, sempre até 1968.

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Duas barcas atracadas à Mota actual, num dia de calma esplendorosa. Cliché de João Teles, em 1942.

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Vista da Ria para a esplanada e casario, num reflexo exponencial. Cliché de João Teles, sem data, mas sempre entre 1934 e 1973.

 

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A Costa Nova com tudo a que teve direito: esplanada, chocolates da Regina, largo relvado, à direita, a esplanada da Pensão Malaca, o café Atlântida, o Chiadinho, o Hotel e Casino Beira-Ria, a minha casa que, outrora, fora palheiro, a Mota actual (desactivada), as barcas para travessia lagunar, a Marisqueira, a Pensão Gil, a Pensão José das Hortas, o antigo mercado e a Marisqueira antiga, no topo, derrubada entre 1968 e 1969, para seguimento da estrada rumo à Vagueira. Postal dos anos 50.

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Perspectiva da foto anterior, mas apenas, desde a Mota, até à referida Marisqueira antiga. Foto de finais dos anos 50.

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Um golpe fatal. Nasceu uma nova Costa Nova? Ou nem por isso? Foto de Agosto de 1973.

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Costa Nova, 23 de Agosto de 2020

Ana Maria Lopes