domingo, 22 de abril de 2012

Bandeira da Associação dos Marinheiros

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Depois das diligências feitas relativamente às Bandeiras da Associação dos Oficiais da Marinha Mercante de Ílhavo que se encontram em vias de restauro, e evocação do seu historial, indagou-se posteriormente, no sentido de saber se havia, em reservas do MMI, também uma bandeira antiga representativa da Classe dos Marinheiros.

Acabou por concluir-se que em livro de entrega de peças, estava registada a entrada, a 11 de Novembro de 1988, da Bandeira da Associação Mista dos Marinheiros.


Parte central da bandeira


Também com um belo e adequado motivo central, bordado a ouro sobre seda branca, é igualmente digna de restauro.
Símbolo de união e trabalho, foi mandada fazer para cortejos e solenidades, em 1925, por subscrição pública, pela Associação Mista dos Marinheiros, fundada em 1924.

Destramente bordada pelas hábeis mãos da nossa conterrânea Leonilde da Velha, pela quantia de 4000$00, foi inaugurada a 4 de Abril, dia de Páscoa, de 1926, segundo informações do Jornal O Ilhavense de 9 de Maio do mesmo ano.



Imagem de pormenor



A contornar a parte central em seda branca bordada a ouro, tem uma cercadura larga também de seda, azul, ricamente bordada a ouro e pedraria com motivos florais, nos dois cantos inferiores. É rematada em três das margens por uma franja em fio metálico dourado, com duas borlas condizentes, pendentes em dois dos cantos inferiores.


Pormenor de canto, sem a franja



Pelos mesmos motivos, o processo de restauro por parte da Associação dos Amigos do Museu já está em andamento, com a intenção de agir de igual modo relativamente às duas bandeiras dos oficiais – exposição na Sala dos Mares do MMI, cujo conteúdo expositivo será melhorado neste 75º aniversário do Museu.

Fotografias – Da autora do blog
Ílhavo, 22 de Abril de 2012
Ana Maria Lopes
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segunda-feira, 16 de abril de 2012

Moliceiros - A Memória da Ria, no Museu de Marinha (em imagens)

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Como previsto, no passado dia 12, teve lugar no Pavilhão das Galeotas do Museu de Marinha, o lançamento da 2ª Edição revista e actualizada do livro Moliceiros – A Memória da Ria de Ana Maria Lopes, com fotografia de Paulo Godinho.
A apresentação esteve a cargo do Sr. almirante Rui Abreu, numa prosa atraente que cativou o público. Uma análise detalhada do livro provou que o apreciou com acentuado espírito crítico.

Não queríamos que este evento passasse despercebido no Marintimidades.


Tentamos valorizar a nobreza da cerimónia e o afecto entre os participantes. Os «ílhavos» fizeram-se representar à altura. Muito gratos estamos.


Aqui deixamos algumas imagens significativas.




Subdirector do Museu de Marinha dá as boas-vindas


Almirante Rui Abreu apresenta o livro



Aspecto parcial da assistência




Palavras de regozijo da autora



Autógrafos e dedicatórias


Mais uma vez agradecemos aos Srs. Almirantes Vilas Boas Tavares e Bossa Dionísio, pelas facilidades concedidas pela Comissão Cultural de Marinha e Museu de Marinha. Ao Sr. Comandante Costa Canas, pela maneira gentil como nos recebeu.

Imagens – Gabinete de imagem da Marinha
Ílhavo, 16 de Abril de 2012

Ana Maria Lopes

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Moliceiros - A Memória da Ria, no Museu de Marinha

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Entre bota-abaixos, uns dias de merecido descanso.


Ílhavo, 6 de Abril de 2012

Ana Maria Lopes
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quinta-feira, 22 de março de 2012

Moliceiros – A Memória da Ria - 4

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E que tal, lembrar hoje a faina do moliço, já extinta?
Proporcionava imagens como esta.



Carregal. Ovar. 1986


E o bota-abaixo do moliceiro? Está próximo, é já no dia 24.



Sob a vigilância do Mestre, a caminho da Ria…

Para ele, estão todos convidados.



Ílhavo, 22 de Março de 2012

Ana Maria Lopes
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segunda-feira, 19 de março de 2012

Moliceiros - A Memória da Ria - 3

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E que tal, lembrar, hoje, um pouco, a decoração do moliceiro?

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É um barco garrido, polícromo, desconcertante e único. Quase de uma beleza comovente.

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Barcos há ao longo do nosso litoral que ostentam ou por embelezamento ou superstição (invocação ou magia) alguns signos pictóricos interessantes: pinturas de olhos, cruzes, signos-saimões, emblemas, pequenas figuras masculinas e femininas, etc.

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Mas os moliceiros com as suas quatro iluminuras de uma diversificação estonteante fizeram da nossa Ria uma galeria de arte fluida, em que todos estes elementos estéticos foram mergulhando.
Onde está ela?
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É destes barcos magníficos, os moliceiros, que este livro se ocupa.


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Com o andar dos tempos em que apenas se insinuavam, algumas brejeirices, que flutuaram na nossa laguna, foram-se apimentando, às escâncaras.
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Vejamos e levantemos o véu, sorrindo.














Fotos do Arquivo da autora

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Ílhavo, 19. 3. 2012

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Ana Maria Lopes
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Ainda sobre as colheres do Titanic...

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Mais um video que pesquei:

http://noticias.sapo.pt/videos/atualidade_1478/4f671974ac16ab132b0003d3/
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Familias de Ilhavo guardam pratas de Titanic

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Familias de Ilhavo guardam pratas de Titanic
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