Cerca das 17 horas, será o momento da actuação dos imponentes chinchorros, em travessia lagunar, com o entusiasmo vibrante e ágil das tripulações masculinas e femininas.
terça-feira, 3 de setembro de 2013
O «antes» do S.Paio - 2013
Cerca das 17 horas, será o momento da actuação dos imponentes chinchorros, em travessia lagunar, com o entusiasmo vibrante e ágil das tripulações masculinas e femininas.
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
A Senhora dos Navegantes, em procissão lagunar
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Procissão lagunar, em renovada honra à Senhora dos Navegantes
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A recato do vento e do sol e com óptima visibilidade, apreciámos embarcações, divindades e criaturas, em todo o seu esplendor.
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Ílhavo, 19 de Setembro de 2011
Ana Maria Lopes
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sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Romaria do S. Paio da Torreira - 2010
Cumprindo uma ancestral tradição, de 3 a 8 de Setembro, a Praia da Torreira, no Concelho da Murtosa, volta a encher-se de gente, vinda dos mais variados pontos do País, em maré de celebração, para a Romaria do S. Paio da Torreira, indiscutivelmente a mais concorrida, popular e afamada da região marinhoa, naquele que é um dos principais cartazes turísticos da Murtosa.
Os pontos altos dos festejos são, como habitualmente, para além da procissão, as sempre espectaculares descargas de fogo de artifício no Mar (dia 4) e na Ria (dia 7), a Corrida de Bateiras à Vela (dia 4), a Corrida de Chinchorros (dia 7), o Concurso de Rusgas (dia 7) e a majestosa Regata de Moliceiros (dia 5). Este ano, na grande noitada, do dia 7 para o dia 8, actuará o artista Toy.
O programa parcial da Romaria de S. Paio da Torreira, 2010, é o seguinte:
Dia 4 – Sábado
15:00h – Corrida de Bateiras à Vela
00:00h – Sessão de Fogo do Mar
Dia 5 – Domingo
10:00h – Concurso de Painéis de Moliceiros
16:00h – Regata de Moliceiros

Dia 7 – Terça-feira
14:30h – Corrida de Chinchorros
22:00h – Concurso de Rusgas
00:00h – Sessão de Fogo da Ria
00:30h – Actuação do artista Toy
Dia 8 – Quarta-feira
09:00h – Arruada
10:00h – Missa Campal, junto à Capela de S. Paio, seguida de Majestosa Procissão
16:30h – Entrega dos prémios dos Concursos
Não faltem! VIVA O S. PAIO DA TORREIRA!!!
O Presidente da Câmara da Murtosa dá uma extrema importância à realização da regata de moliceiros, ao concurso de painéis dos mesmos e a uma corrida de cinchorros, num esforço de manter vivas as tradições ligadas à água. São uma forma de estimular a preservação do moliceiro, cujo número de exemplares urge manter e alargar. Por outro lado, a movimentação dos cerca de 70 mil romeiros diários revela-se uma boa oportunidade para o comércio local.
Imagens de arquivo
Costa Nova, 27 de Agosto de 2010
Ana Maria Lopes
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Romaria da Senhora da Saúde - 2009
Foi esta a machadada quase mortal que nos levou a ria para longe, sem grandes consequências benéficas, penso.
Dia de Festa em 1973Para não deixar passar a Festa, em branco, recordo, em imagem, a primeira romaria da Senhora da Saúde, em 1973, em que a ria quase se não via, mesmo das varandas. Para os que já não conheceram como era a paisagem lagunar, a nossa ria espreguiçava-se até nós, nas suas águas calmas e mansas, numa quietude brilhante ou num farfalho inquietante e espumante provocado pela nortada fresca, até à vala, junto à muralha.
Os arcos da armação de há perto de 40 anos, à esquerda, e, no redondo do largo central, um dos últimos coretos, são os poucos testemunhos desta situação.
Mais um apontamento…
No Diário de Aveiro de 27 de Setembro de 2008, lia-se a seguinte notícia:
– Iniciados os festejos em honra da Nossa Senhora da Saúde, em 1837, vieram substituir a primitiva Festa de S. Pedro, em Ílhavo (que se tornou na Festa das Companhas), passando a ter data fixa, no último domingo do mês de Setembro.
Competia em popularidade com o S. Paio ou com o S. Tomé, na grandiosidade da animação dos festejos lagunares, no corrupio de gentes e na algazarra. Do norte do “Bico” ao sul da “Mota”, a Costa-Nova engalanava-se com o “estendal” de moliceiros.
Um bando de moliceiros! – 1933
Que beleza!...Só podem dirigir-se à festa!... Actualmente, nem um!...
Imagens – Arquivo pessoal da autora
Costa-Nova, 25 de Setembro de 2009
Ana Maria Lopes
sábado, 5 de setembro de 2009
O Senhor Jesus dos Navegantes, em Ílhavo
A imagem do Senhor Jesus, um Cristo crucificado (…) desce do altar para incorporar o andor, com a miniatura do lugre bacalhoeiro “Navegante” do seu lado direito, num mar de lona pintada, dando mote ao que é a sua denominação popular: Senhor Jesus dos Navegantes.
Ílhavo, terra de porto de mar, onde existem registos de pesca longínqua desde finais do séc. XVI, reza em devoção, lembrando seus marinheiros e embarcações naufragadas, vidas de esforço feitas de água salgada e peixe.
Andor, com o Altar por fundo, antes da ProcissãoCumprindo uma tradição centenária, é exactamente, neste fim-de-semana, de 5 a 7 de Setembro que se realiza a festa, o que nem sempre aconteceu, tendo-se já efectuado, em anos transactos, em Novembro (1941, 54 e 55) e até em Dezembro, em 1956, com a frota bacalhoeira já no ancoradouro.

Procissão numa das ruas de Ílhavo – Anos 60
O modelo do lugre “Navegante”, com três mastros e velas latinas, foi construído pelo marinheiro ilhavense José Domingues Pena, nascido em 1902.Ao começar a sua miniatura, o autor teria 17 anos, levando peças para bordo para ir trabalhando em dias de temporal, como, aliás eram hábito dos marítimos habilidosos. Quando naufragou na pesca do bacalhau, prometeu ao Senhor Jesus dos Navegantes que, se a acabasse, lha ofereceria e assim o fez, em 1919. A miniatura esteve na Igreja Matriz algum tempo, passou a ficar guardada na casa de uma irmã de José Pena, ficando mais tarde definitivamente na Igreja. Tem sempre figurado na procissão, no andor do Senhor Jesus, tendo sofrido alguns restauros conservativos, que eu saiba, em 1992 pelas hábeis mãos de José Alberto Malaquias e, o último, em 2007, pelo Capitão Francisco Paião, dada a sua fragilidade, os efeitos do tempo e a saída agitada no andor, difícil de transportar pelo peso excessivo e demasiada altura.
Do programa religioso são de destacar a Sagrada Eucaristia, na Igreja Matriz, pelas 11 horas de domingo, bem como a saída da Procissão em honra do Santo Padroeiro, pelas 17 horas, tendo lugar, no cais da Malhada, a tradicional bênção dos barcos da pesca artesanal, que simbolizam a bênção a todas as embarcações.
Na segunda-feira, dia 7, último dia das festividades, pelas 19 h e 15, terá lugar na nossa Igreja uma Missa de sufrágio pelos marítimos falecidos e são muitos!
“Quem não rema, já remou!” – diz a tradição e a Igreja costuma ficar repleta, pois a maioria das pessoas tem raízes ligadas ao mar.
Outros eventos de carácter profano completam a Romaria, sendo de destacar a realização da primeira Mostra dos Sabores e Saberes de Ílhavo, no Jardim Henriqueta Maia.
A escultura do “nosso” Senhor Jesus e a miniatura do “Navegante” foram integrados com todo o aparato na Bênção dos Lugres Bacalhoeiros, em Belém, no dia 12 de Abril de 1953.
Bênção dos Lugres Bacalhoeiros, em Belém
Não foi a única saída que teve, a miniatura. Depois da festa de 1992, até finais de 1993, a miniatura teve uma guarida diferente. Foi albergada e acolhida afectuosamente numa vitrina do MMI, integrada na exposição Faina Maior, Pesca do bacalhau à Linha, no painel Ex-Votos. Curioso que no ano de 1993, o modelo foi transferido do museu para os festejos religiosos e ao museu voltou, visto que a exposição, em princípio, temporária, ainda não tinha alcançado o seu término.
Fontes – Senhor Jesus dos Navegantes – Mar e Devoção de Hugo Cálão e Isabel Cachim Madaíl. Agosto de 2007.
Folha de Sala Ex-Votos, de Ana Maria Lopes. Novembro de 1992.
Imagens – Arquivo pessoal da autora
Ílhavo, 5 de Setembro de 2009
Ana Maria Lopes
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Visite o S. Paio da Torreira, em 2009
Ao analisar o simeter do Marintimidades, surpreendi-me com a quantidade de leitores, que procuravam, no Google, o programa relativo à festa setembrina mais afamada e popular da região lagunar: o S. Paio da Torreira, que se festeja, exactamente, no dia 8 de Setembro, este ano, terça-feira, iniciando-se já os festejos no próximo dia 4 de Setembro.
Não tencionava, por agora, incluir a festa do S. Paio, na publicidade festivaleira do meu blog, mas muitas buscas de vários interessados de diversos pontos do país e “aquele bichinho do moliceiro” que não passa… fizeram com que divulgasse o que considero os momentos mais altos do programa e desse a oportunidade aos amantes da imagem e do barco de se deleitarem com as telas conseguidas num dos melhores S. Paios da minha vida, etnográfica e fotograficamente falando, no ano de 1986.
Do programa de 2009, merecem grande destaque, sob o meu ponto de vista, os seguintes eventos:
Dia 5 – Sábado
15.30h – Corrida de Chinchorros
16.00h – Corrida de Bateiras
24.00h – Sessão de Fogo no Mar
Dia 6 – Domingo
10.00h – Concurso de Painéis de Moliceiros
16.00h – Regata de Moliceiros
Desfile para o concurso de Painéis
Moliceiro em contra-luz
Proas em contra-luz
Lemes em contra-luz
Moliceiros em contra-luzDia 7 – Segunda-feira
22.00h – Concurso de Rusgas
00.00h – Sessão de Fogo da Ria
Dia 8 – Terça-feira
10.00h – Missa campal, junto à Capela de S. Paio, seguida de Procissão
16.30h – Entrega dos prémios dos Concursos
Estas imagens, para mim, de eleição, mesmo sem os artifícios do Photoshop, simulam a noite, ao meio-dia, em plena e radiosa luz do sol.
Fonte: Moliceiros – A Memória da Ria, texto de Ana Maria Lopes e imagem de Paulo Godinho. Quetzal Editores, Lisboa. 1997 (Esgotado).
Ler mais no Diário de Aveiro de 3.9.2009
Ílhavo, 1 de Setembro de 2009
Ana Maria Lopes
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Memórias da Romaria da Senhora da Saúde
Cá, para nós, a festa dos Grandes Veleiros, grandiosa, mesmo com alguns boas perturbações atmosféricas, já acabou. Agora, vem aí a romaria…p’ra te comprar uma flor…
A minha mais antiga recordação desta romaria é uma fotografia, no terraço da minha casa, em que tenho dois anos, com um grande laçarote na cabeça. A armação da festa comprova a data – fins de Setembro de 1946. Vivia no “coração” da romaria.
Outra, bastante mais forte e de que ainda hoje me recordo vivamente, foi a minha integração na procissão, “vestida de anjinho” – a primeira e a única vez. Cá perdurou “o boneco” tirado “à la minuta”, como mandava a tradição. Só que foi uma procissão complicada e agitada, porque durante o seu trajecto, deflagrou um forte incêndio na, à época, Pensão Pardal, na esquina norte da Estrada do Banho.
Alterado o percurso, o susto apoderou-se de todos, crianças, jovens e adultos. As chamas lambiam as outras casas e todos temiam que se propagassem às casas vizinhas. Foi um alvoroço. Postos a par da ocorrência por residentes, lá vieram os Bombeiros de Ílhavo acudir ao sinistro que poderia ter alcançado proporções gigantescas, dado que as casas da proximidade eram palheiros de madeira ressequida.
Depois de tamanha confusão, felizmente sem consequências de maior, lá chegou o “anjinho” assustado, a casa. Na ausência de data na fotografia, lá fiz algumas diligências para situar a ocorrência no ano certo – foi no domingo da Festa de 1951 (in O Ilhavense de 10 de Outubro de 1951).
Anjinho “à la minuta”Naquela idade os meus avós faziam-me as vontadinhas todas e eu lá tinha os meus rituais.
A minha primeira compra era um “chapelinho de papel” muito frágil e gracioso, que habitualmente estavam à venda numa tenda, que montava arraial em frente à Vivenda Quinhas.
Quando chegavam à minha porta, a ti Adelaide Ronca com as flores de papel e ventarolas, e a ti Caçoa, com o baú das doçarias tradicionais, entre as quais sobressaíam os melosos e açucarados suspiros e os bolinhos brancos, logo as boas festeiras tinham em mim uma das primeiras freguesas; uma mão para erguer o moinho à procura do vento, até que zunisse, e logo a outra atascada com doçarias para secar a água que me crescia na boca, só de vê-las.
Seguia-se a visita à Vida de Cristo, em movimento, descrita em voz roufenha, rouca do publicitador, tornada ensurdecedora pela ampliação conferida pelas cornetas do altifalante, que tentavam sobrepor-se ao anúncio das cadeiras voadoras ou da casa do espelhos ou do comboio fantasma, itens do arraial que se iam visitando, vez à vez, até que esgotados na segunda-feira do fim de festa.
Incluída no programa das visitas, não podia faltar uma ida às barracas de loiça de Barcelos, para “puxar” , de um molho de argolas, uma, presa a um fio, que erguia o número correspondente ao prémio, que calhava em sorte.
Tem muita sorte, a menina – comentavam outros forasteiros, com os olhos caídos nas belas peças, vistosas, muito toscas e coloridas que me calhavam. Certo é que eu tirava tanta rifa, que uma ou outra, a insistência fazia com que a sorte caísse para o meu lado. O meu grande prazer residia, mesmo, em escolher uma argola, no meio do tal molho delas, puxar ao calha e ver o que a sorte me reservava. Trazia as figuras todas para casa e dispunha-as à varanda.
Assim ia gozando a festa naquela idade da criancice e inocência.
Os restantes apontamentos fotográficos são bastante mais tardios, de 1960, ano em que as minhas amigas e eu, já espigadotas, no esplendor da nossa juventude, combinámos viver a Senhora da Saúde, à moda antiga. Tinha 16 anos.
Os primeiros sinais da romaria eram dados pela chegada e montagem da armação. Depois, a vinda das primeiras tendas. Mas quando os primeiros moliceiros chegavam do norte e do sul da ria, os norteiros e os matolas e atracavam mesmo aqui pertinho de mim, então a festividade estava próxima.
Experimentámos de tudo um pouco. Depois de um belo passeio num Vouga, estava na hora de começar a reinar: andámos de carrocel, de carrinhos eléctricos, de cadeirinhas voadoras, integrámo-nos nas danças sobre a proa dos moliceiros, subimos aos vistosos e animados coretos, tirámos a sina numa boneca de tecido peludo preto, com uma grande cabeçorra, normalmente em frente do palheiro dos Senhores Moura, apreçámos toda a quinquilharia possível, desde os toscos brinquedos de lata e madeira aos ferros forjados mais elaborados. E o café de “apito”? Eu é que nunca fui amante de café.
Assistimos respeitosamente ao desfile da procissão, apreciámos o fogo de artifício, assustando, conforme podíamos e sabíamos os forasteiros, especados, de olhos pregados no céu.
Foi assim a nossa festa setembrina de 1960, em homenagem à Senhora da Saúde, em que se concentrava grande número de devotos.

Nas belas proas dos moliceiros…
As participantes na folia eram Maria Manuela Vilão, Rosa Maria Moura, Eneida Viana e eu.
E hoje, o que é que temos? A procissão, o fogo de artifício, uma feira infernal e pouco mais. Por vezes, com a intervenção aparatosa da A.S.A.E.
No entanto, ainda se vai passar à Costa-Nova a Senhora da Saúde. Nem gosto, sequer, de ver a casa fechada. Tradição…apesar de já não ser o que era. É a que temos. É para respeitar e tentar transmitir…
Imagens – Arquivo pessoal da autora
Costa-Nova, 24 de Setembro de 2008
Ana Maria Lopes
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Romaria do S. Paio da Torreira
S. Paio – Anos 80
Na festa de S. Paio, a grande romaria da gente ribeirinha, a ria coalha – se de barcos que provêm de todas as freguesia marginais. Abundam os moliceiros lindamente embandeirados (…) que formam na Torreira a frota da alegria.
São as famílias e amigos do proprietário do barco que o enchem de raparigas airosas, de olhos escuros e tez morena, e de rapazes desempenados e garbosos, tisnados pela maresia.
O S. Paio é representado pela figura de um menino e está ligado às gentes que fazem da pesca o seu principal sustento, mas não só. Até porque na região a pesca interpenetra a agricultura numa simbiose perfeita do homem com a natureza: terra, ria ou mar. Quem não se lembra do Joaquim Ruivo, exemplo perfeito desta interpenetração? – tem gado e intensa vida de lavoura, no seu moliceiro, pelo menos, apanhava junco e moliço para uso pessoal, trabalha nas reconstruções ou “restaurações” dos barcos como ele lhes chama, decorava barcos e constrói as bonitas cangas vareiras.
A ligação do santinho padroeiro ao vinho, sobejamente conhecida, também terá a ver com a plena época das vindimas, em que a festa se realiza.
Quadra:
Ó S. Paio da Torreira
Ó milagroso santinho.
Hei-de cá voltar p´ró ano
Lavar o Santo com vinho.
Eis alguns painéis de moliceiros em que o motivo central é religioso, neste caso, a representação do S. Paio da Torreira, celebrado nos dias 5 a 8 de Setembro.

“S. Paio da Torreira”
“Terás sempre lugar no meu coração”
Na segunda-feira, dia 8, dia de S. Paio, às 10 horas realiza-se a tradicional missa campal, seguida da habitual procissão.
Fonte: “Murtosa – Uma terra a descobrir – Romaria do S. Paio da Torreira”, texto de Ana Maria Lopes e Fotografia de Carlos Pelicas
Fotografias do Blog – Arquivo pessoal da autora
Ílhavo, 4 de Setembro de 2008
Ana Maria Lopes










